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sobre o brasil

Quinto maior e mais populoso país do mundo, o Brasil é hoje a sexta maior economia do planeta, está em constante crescimento e tem os olhares dos investidores de diversos países voltados para si – focando e apostando em sua produção artística contemporânea.

Com 190,7 milhões de habitantes, o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo. A distribuição da população segundo cor ou raça pelo território nacional reflete os processos migratórios ao longo da história do País, que contou com os portugueses colonizadores, a população nativa, formada de diversos povos indígenas, bem como outros povos que chegaram seja sob o intuito de colonização – como espanhóis e franceses – seja porque foram submetidos à escravidão, como negros de diversas nações africanas, que trabalharam nas lavouras de cana e na mineração.

Embora a renda per capita brasileira permaneça baixa quando comparada aos países ricos (US$ 12,5 mil no Brasil contra US$ 40 mil no Reino Unido, por exemplo), ela triplicou na última década e, em quase 20 anos, mais de 29 milhões de brasileiros deixaram a pobreza. Os integrantes das classes E (renda familiar até R$ 751) e D (famílias entre R$ 751 e R$ 1.200 mensais) diminuíram de 93 milhões em 1993 para 63 milhões em 2011, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Já a classe C (R$ 1.200 a R$ 5.174) cresceu de 46 milhões para 105 milhões de brasileiros no mesmo período. A moeda usada no país desde 1994 é o Real.

O Brasil é hoje a sexta maior economia do mundo – índice que leva em consideração seu Produto Interno Bruto (PIB), a soma de tudo o que o país produz. Com os holofotes voltados para o país que sediou a última Copa do Mundo e receberá as Jogos Olímpicos em 2016, turistas e empresários têm seus olhos voltados para a possibilidade de realizar negócios de pequeno, médio e grande porte no país. O país está otimista com a perspectiva de, em pelo menos quatro anos de crescimento sustentável, as marcas terem um excelente retorno de investimento da marca em âmbito internacional.

O maior país de língua portuguesa na América e no planeta é uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas do mundo, o que reflete na complexidade e qualidade de sua produção cultural, entre elas, a de artes plásticas. Uma produção que começou a definir suas cores locais com o Modernistas no início do século XX e que ganhou força especial na segunda metade do século XX, com nomes como Hélio Oiticia e Ligia Clark, fato que não passa despercebido aos olhos dos principais estudiosos e investidores de todo o mundo. Em 2011, a arte brasileira quebrou o recorde na Christie’s com uma obra da artista Adriana Varejão que atingiu o preço de US$ 1,7 milhão de dólares.

Em consonância com esse cenário, o setor ganhou o primeiro fundo de investimentos em arte contemporânea em território nacional, Brazil Golden Art (BGA), que se estabeleceu em 2011 consolidando no mercado nacional a idéia de arte como investimento e envolvendo os diversos players. Neste mesmo período, foi criada a feira de arte do Rio de Janeiro, ArtRio, que criou no país uma nova plataforma de encontro internacional. Outra protagonista do setor é a SP-Arte, feira de arte de São Paulo criada em 2005 e responsável pelo início da mobilização das galerias brasileiras em prol de um evento convergente.

O cenário intensifica-se e complexifica-se com a abertura de novas galerias, espaços alternativos e espaços de residência no país. Tudo isso contribui para uma maior abertura do mercado e mais amplas trocas internacionais. Esta dinâmica traduz-se em todos os indicadores quantitativos e qualitativos que apontam tendências muito positivas para o mercado e o sistema das artes como um todo.